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segunda-feira, 10 de março de 2014

A CRISE NA UCRÂNIA_parte II


A opinião do governo Russo

O presidente da Rússia Vladimir Putin para quem a perda de influência na Ucrânia representa uma grande derrota política, não deixará escapar a oportunidade de incentivar sentimentos separatistas junto à população da Crimeia, mesmo que seja apenas para que haja uma desestabilização para o governo interino.


Os problemas que o governo interino da Ucrânia deverá enfrentar

Além da pressão russa exercida sobre Kiev incentivando a separação da Crimeia o governo da Ucrânia também precisará tomar medidas que evitem a falência do país nos próximos meses.
Moscou suspendeu a ajuda prometida de 15 bilhões de dólares e a situação financeira e econômica da Ucrânia está em situação de precariedade. Estima-se que as reservas ucranianas tenham 12bi/dólares, suficientes para pagar por tudo que necessita por apenas seis semanas.


A ajuda dos EUA e União Europeia

Os EUA ofereceram à Ucrânia o empréstimo de 1 bilhão de dólares a fim de suavizar o efeito da redução de subsídios da Rússia.
A União Europeia também decidiu ajudar a Ucrânia quitar sua dívida de 2 bilhões de dólares com a Rússia.
Assim sendo, grande parte dos problemas financeiros ucranianos seriam resolvidos  e isso para Putin é motivo de irritação.


Putin fala sobre o conflito pela primeira vez

Em Marco de 2014 o presidente da Rússia Vladimir Putin se pronunciou publicamente sobre a Ucrânia pela primeira vez desde a queda de Viktor Yanukovich.
Putin admitiu que usará de todos os meios, inclusive à força para defender os interesses de seu país no país vizinho e deu de ombros às sanções contrárias. Classificou a queda de Yanukovich como um golpe de estado e informou que embora o parlamento ucraniano seja legítimo o presidente interino não é.
Reafirmou que para a Rússia Yanukovich ainda é o líder e é um pedido dele que torna legítimo o uso das Forças Armadas Russas na Ucrânia.


A posição dos EUA diante do pronunciamento de Putin

Barack Obama declarou no mesmo dia do pronunciamento do colega russo que as razões apresentadas por Putin para a invasão na Crimeia “não enganam ninguém”. Afirmou ainda que a União Europeia e aliados, como Canadá e Japão acreditam que a Rússia violou o direito internacional

Marcos Antonio de Moraes
09.03.2014


Fontes Pesquisadas
Almanaque Abril (2012)
Revista Veja Edição 2363 de 05.03.2014
Periódicos: Jornal Correio Popular dos dias 27 de Fevereiro a 05 de Março de 2014, O Estado de S.Paulo e Folha de São Paulo.


Questões - responder com no mínimo 5 linhas.

1.Estabeleça um paralelo entre a situação da Crimeia no tempo da U. R. S. S. e agora, na época da Rússia.

2. Quais as razões pelos quais o Presidente da Rússia (Putin) deseja anexar a Crimeia e o motivo pelo qual a União Europeia e os EUA são contrários a essa ameaça?