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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Folclore

A noite trazia consigo seres originados por aqueles que vivendo nas fazendas; temendo o escuro e o desconhecido viam o sobrenatural em um simples balançar do bambuzal; no emaranhado da crina do cavalo; no ranger da porteira ou no objeto perdido.

Mencionados seres possuíam as formas mais estranhas eram trazidos à baila por todos (as próprias mães cuidavam de incluí-los nas cantigas de ninar) e as crianças tinham neles inimigos, que assombravam.

Quem nunca teve medo, da mula sem cabeça; da Cuca; do Saci ou do Bicho Papão?

Monteiro Lobato, alma sensível, sentiu que era o momento mudar o caráter de tais criaturas e deu-lhes em seus livros outros atributos – deixando-os menos agressivos e brincalhões.

A cultura clareou as idéias dissipando as trevas, aliada ao fato da luz elétrica ter iluminado os cantos de todos os recantos e assim e os monstros fantasmagóricos foram relegados ao mito.

Como o brasileiro gosta de adotar os hábitos de outros países deixou-se de estourar pipocas e contar estória para a petizada ou ler Monteiro Lobato e passou-se a providenciar fantasia para o Halloween (dia das bruxas) que os cursos de inglês promovem.

Agosto é o mês destinado ao folclore e os estabelecimentos de ensino incentivam que haja maior familiaridade com o tema e nós, como família, não podemos deixar de passar aos mais novos o valor da cultura popular, reforçando o aprendizado e os laços de nossas raízes.

Gostaria de sugerir que não deixem cair no ostracismo os temas nacionais.

Se clicarem na foto da Cuca irão ver o álbum de os personagens do nosso folclore que confeccionei para a Casa da Criança Meimei e do seu lado direito há a apresentação de slides.



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MARCO AURELIO

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